terça-feira, 29 de novembro de 2011
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
Seminário “DEBATENDO IDÉIAS E DISCUTINDO AÇÕES DE ENFRENTAMENTO A VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER”.
O Movimento de Mulheres do Nordeste Paraense – MMNEPA em parceria com o Fundo Brasil de Direitos Humanos realizará no dia 10 de novembro de 2011, em Capanema – PA, o Seminário “DEBATENDO IDÉIAS E DISCUTINDO AÇÕES DE ENFRENTAMENTO A VIOLENCIA CONTRA A MULHER”.
O Seminário objetiva apresentar os dados sobre o levantamento preliminar sobre a violência contra a mulher, realizado nos municípios de atuação do MMNEPA e estreitar o relacionamento entre as entidades públicas, privadas e os segmentos da comunidade, envolvidos na prevenção à violência contra a mulher, visando à proteção das mulheres vítimas ou em situações de risco.
Local: ESPAÇO DOCE PECADO , Avenida João Paulo II, nº 233, bairro D. João VI
Próximo ao Ministério do Trabalho,Capanema-Pa
Fone: (91) 3462-1005
Maria Sanderli dos Santos
Coordenadora do MMNEPA
MMNEPA realiza OFICINA “MEMÓRIA E SISTEMATIZAÇÃO: AUTOCONHECIMENTO E EMPODERAMENTO PARA AVALIAÇÃO PARTICIPATIVA”
A Oficina, realizada pelo MMNEPA com o apoio da Brazil Foundation, aconteceu nos dias 16 e 17 de setembro de 2011, em Santa Maria do Pará.
Os objetivos da Oficina foram resgatar e refletir, de forma compartilhada, o conjunto da atuação do MMNEPA, identificando as mudanças nos grupos e nas comunidades envolvidas, os avanços, desafios e estratégias institucionais para os próximos anos.
Estiveram presentes 21 mulheres participantes do MMNEPA (formuladoras, gestoras, técnicas, beneficiárias e de entidades parceiras) que atuam no Nordeste Paraense.
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
Agroecologia por um mundo mais sustentável
Na avaliação do sociólogo Marcelo Calazans, a alternativa agroecológica é um projeto de cultura que de alguma forma recusa a sociedade de consumo
Por: Thamiris Magalhães e Rafaela Kley
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“A alternativa agroecológica implica uma disputa dos territórios, e nos territórios contra o agronegócio, contra a expansão de um modelo químico”, explica o coordenador do Programa Regional da FASE no Espírito Santo. Para ele, é evidente que a agroecologia emite menos e, além de ser mais adequada, é uma agricultura que privilegia o mercado local, os circuitos locais de comercialização. “Está claro que, comparada ao agronegócio, a agroecologia traz um conjunto de elementos não só agrícolas e agrários, mas também culturais e políticos, que garantem maior resiliência também com as próprias intempéries.”
Em entrevista concedida por telefone à IHU On-Line, Calazans critica o atual modelo de desenvolvimento, oferecendo alternativas como a agroecologia.
Marcelo Calazans é sociólogo, coordenador do Programa Regional da Federação de Órgãos para Assistência Social e Educacional – FASE no Espírito Santo, membro da Rede Deserto Verde e da Rede Latino-Americana contra Monocultivo de Árvores.
Em entrevista concedida por telefone à IHU On-Line, Calazans critica o atual modelo de desenvolvimento, oferecendo alternativas como a agroecologia.
Marcelo Calazans é sociólogo, coordenador do Programa Regional da Federação de Órgãos para Assistência Social e Educacional – FASE no Espírito Santo, membro da Rede Deserto Verde e da Rede Latino-Americana contra Monocultivo de Árvores.
Desmatamento Químico na Amazônia
| Por Fernando Rebouças http://www.infoescola.com/ecologia/desmatamento-quimico-na-amazonia/ |
O desmatamento químico é conhecido desde os tempos da Guerra do Vietnã, quando aeronaves pulverizadoras lançavam veneno no ar para matar árvores e facilitar a visibilidade das tropas vietcongues. A Amazônia brasileira, mesmo não sendo alvo de guerra, tornou-se num alvo de pesticidas, inseticidas e herbicidas.
Para escapar da apreensão de motosserras, da prisão e da fiscalização na Amazônia Legal, os desmatadores começaram a empregar a técnica de desmatamento químico na floresta amazônica para facilitar a derrubada de árvores e o preparo do terreno para a agricultura e pecuária.
Na Amazônia Legal, o lançamento de agrotóxicos e óleo mineral é feito por aviões pulverizadores, os mesmos utilizados em plantações; os agrotóxico jogados na floresta esbranquecem as árvores, poluem o solo e os lençóis d’água; em uma semana, as folhas caem, deixando galhos e troncos nus; madeireiros extraem as madeiras de valor com motosserras; por fim, o terreno é limpo pelas queimadas para o plantio do capim e a criação de gado.
Em maio de 2011, o Ibama detectou na Amazônia uma área correspondente a 180 campos de futebol destruída por herbicidas. A região desmatada pertencia à União, ou seja, não era de propriedade particular, situada no município de Canutama, estado do Amazonas.
A prática não é recente, no ano de 1999, o Ibama já havia apreendido quatro toneladas de agrotóxicos que seriam utilizados para pulverizar e destruir florestas na região amazônica.
Em 2008, a instituição já havia flagrado uma área de cinco hectares, situada na região de São Francisco do Guaporé, destruída por herbicidas. Apesar da nova estratégia mais nociva, a devastação por motosserras, tratores e queimadas são mais comuns.
Fontes:
http://g1.globo.com/natureza/noticia/2011/07/area-no-amazonas-e-desmatada-com-tecnica-usada-na-guerra-do-vietna.html
http://www1.folha.uol.com.br/ambiente/937477-ibama-flagra-uso-de-avioes-em-desmatamento-na-amazonia.shtm
sexta-feira, 21 de outubro de 2011
Seminário Mundial Contra Belo Monte A LUTA CONTRA OS GRANDES PROJETOS HIDRELÉTRICOS NA BACIA DO XINGU
Na próxima semana, de 25 a 27 de outubro, acontece em Altamira o seminário “Territórios, ambiente e desenvolvimento na Amazônia: a luta contra os grandes projetos hidrelétricos na bacia do Xingu”. O encontro pretende analisar a conjuntura em torno de Belo Monte e discutir respostas às situações de risco e impactos geradas pela usina.
Segundo os organizadores, estão sendo esperados cerca de 600 representantes de populações ameaçadas – comunidades de pescadores, ribeirinhos, pequenos agricultores, garimpeiros, barqueiros, agrovilas e indígenas – tanto da macro-região de Altamira quanto de demais localidades da Bacia do Xingu. Também participarão indígenas de outras regiões do Pará, como Belém, Santarém, Marabá e sul do Estado, além de outros do Mato Grosso, Goiás e Tocantins. Diversas categorias de trabalhadores, através de seus sindicatos, virão em caravana para o evento.
De acordo com a programação do seminário, o primeiro dia será reservado aos debates conjunturais (haverá duas mesas, com os temas “Impactos dos grandes projetos hidrelétricos na Amazônia: a UHE Belo Monte e suas conseqüências” pela manhã, e “Violação dos direitos dos povos da Amazônia: a UHE Belo Monte e suas conseqüências”, à tarde). Os dias 26 e 27 serão reservados para grupos de discussão e trabalho, e, por fim, a plenária final.
Os participantes ficarão alojados em salões e ginásios cedidos pela Prelazia do Xingu, e deverão trazer redes, colchonetes ou barracas, além de itens de uso pessoal. Para custear a alimentação e demais despesas, será cobrada uma taxa de inscrição de 15 reais. Para os jornalistas, haverá sala de imprensa com internet.
O seminário foi proposto por organizações da região afetada pela Usina, como as colônias de pescadores de Altamira, Porto de Moz, Senador José Porfírio, a Associação de Exportadores de Peixes Ornamentais (Acepoat), Associação dos Pilotos de Voadeira (Apivoal); convocado por organizações como o Conselho Indigenista Missionário (CIMI), Comissão Pastoral da Terra (CPT), movimentos sindicais (Conlutas, Intersindical, Unidos para Lutar e outros), e ONGs, como Fase, Fórum da Amazônia Oriental (Faor), e Unipop, articulados no Comitê Metropolitano Xingu Vivo para Sempre, de Belém; e apoiado pelo Movimento Xingu Vivo Para Sempre.
Serviço:
O quê: Seminário Territórios, ambiente e desenvolvimento na Amazônia: a luta contra os grandes projetos hidrelétricos na bacia do Xingu
Quando: 25 a 27 de outubro
Onde: Ginásio Esportivo da Catedral de Altamira, PA
Inscrição: os interessados que virão individualmente, fora das caravanas das organizações de base, deverão preencher o formulário de inscrição, clicando aqui.
Taxa de inscrição: R$ 15
Obs. Para os jornalistas, haverá sala de imprensa com internet.
Quando: 25 a 27 de outubro
Onde: Ginásio Esportivo da Catedral de Altamira, PA
Inscrição: os interessados que virão individualmente, fora das caravanas das organizações de base, deverão preencher o formulário de inscrição, clicando aqui.
Taxa de inscrição: R$ 15
Obs. Para os jornalistas, haverá sala de imprensa com internet.
Mais informações:
Dion Monteiro, Comitê Metropolitano Xingu Vivo: (91) 9103.4340
Éden Magalhães, CIMI: (61) 9979.6916
Antonia Melo, Xingu Vivo: (93) 9135.1505
Dion Monteiro, Comitê Metropolitano Xingu Vivo: (91) 9103.4340
Éden Magalhães, CIMI: (61) 9979.6916
Antonia Melo, Xingu Vivo: (93) 9135.1505
Comunicação MXVPS
Verena Glass (SP) – (11) 9853.9950
Tica Minami (SP) – (11) 6597.8359
Ruy Sposati (Altamira/Pa) – (93) 9173.8389
Fonte:http://www.xinguvivo.org.br/2011/10/18/encontro-em-altamira-discutira-conjuntura-e-respostas-a-problemas-de-belo-monte/
Verena Glass (SP) – (11) 9853.9950
Tica Minami (SP) – (11) 6597.8359
Ruy Sposati (Altamira/Pa) – (93) 9173.8389
Amanhã tem Feira de Orgânicos em Belém do Pará!!!!!
Com certeza as mulheres da Rede Bragantina vão levar a Alcoolatura, colorau caseiro, bel de abelhas e muito mais!!!
Calendário da Feira de Orgânicos em Belém do Pará
Aos sábados, a partir das 7 horas da manhã!!!
- 22 de Outubro - Praça Brasil
- 05 de Novembro - Praça Batista Campos
- 12 e 19 de Novembro - Pça Brasil
- 03 de Dezembro - Pça Batista Campos
- 10 e 17 de dezembro na Pça Brasil
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
MMNEPA na campanha permanente contra agrotóxicos e pela vida!!!!
As diversas redes e movimentos sociais reunidos no Encontro Nacional de Diálogos e Convergências – agroecologia, saúde, justiça ambiental, soberania alimentar, economia solidária e feminismo, entre os dias 26 e 29 de setembro, em Salvador (BA), vêm, por meio desta moção, denunciar os danos à saúde e ao meio-ambiente causados pelos agrotóxicos.
Diante desses problemas, exigimos:
- A punição dos mandantes e assassinos do ambientalista e líder comunitário Zé Maria do Tomé, que deu sua vida na luta contra a pulverização aérea de agrotóxicos na Chapada do Apodi (CE);
- A retirada imediata da isenção de impostos sobre a produção e comercialização de agrotóxicos, e determinar a taxação máxima, assim como ocorre com cigarros e bebidas alcoólicas;
- Que os recursos provenientes destes impostos sejam destinados aofinanciamento do Sistema Único de Saúde e a políticas públicas de fortalecimento à agroecologia;
- A proibição da pulverização aérea de agrotóxicos em todo o território brasileiro;
- A proibição das propagandas de agrotóxicos nos meios de comunicação;
- Acesso à informação por meio de rotulagem que informe sobre a presença de agrotóxicos nos alimentos;
- A proibição, no Brasil, de agrotóxicos já banidos em outros países;
- Proibição imediata da fabricação, importação e comercialização de todos os produtos sendo reavaliados pela ANVISA e o cumprimento imediato da determinação da ANVISA (RDC 10/2008 E 01/2011), que bane o uso do venenoMetamidófos.
Salvador, 29 de setembro de 2011
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